A estação telemétrica está com falha ou em manutenção. Esse atraso não depende desta página, e sim dos dados oficiais (ANA/Copel) — assim que forem disponibilizados, o site atualiza automaticamente.
Porto Amazonas (PR) · nível do rio em tempo real, com dados da ANA
Rio Iguaçu em Porto Amazonas (PR)
Última leitura, 19/09 às 11:00: 3,76 m, vazão de 223 m³/s. Níveis de referência (Defesa Civil de Porto Amazonas (COMPDEC)): ATENÇÃO 2,00 m · ALERTA 4,00 m · ENCHENTE 5,00 m · GRANDE ENCHENTE 6,00 m. Maiores enchentes registradas: 9,13 m (1983), 7,82 m (1995), 7,44 m (1992).
Cota do Rio Iguaçu
Até onde a água chega
Abrir em tela cheiaUnião da Vitória (PR) e Porto União (SC) · digite a rua e o número, use sua localização, ou toque em qualquer ponto do mapa.
Dados e Histórico
Ranking Sazonal
Todos os anos — em que mês o rio atingiu o pico de cada ano (o nível mais alto do ano) · 1930–2025
| Mês | Anos em que foi o pico do ano |
|---|---|
| Outubro | 20 |
| Junho | 13 |
| Julho | 9 |
| Maio | 8 |
| Agosto | 8 |
| Dezembro | 8 |
| Janeiro | 7 |
| Setembro | 7 |
| Março | 5 |
| Fevereiro | 4 |
| Novembro | 4 |
| Abril | 3 |
Só as grandes enchentes — em que mês ocorreu o pico de cada episódio de cheia (nível ≥ 6,89 m) · 1930–2025
| Mês | Episódios de cheia (≥6,89 m) |
|---|---|
| Outubro | 4 |
| Junho | 3 |
| Janeiro | 1 |
| Maio | 1 |
| Julho | 1 |
| Agosto | 1 |
| Setembro | 1 |
| Fevereiro | 0 |
| Março | 0 |
| Abril | 0 |
| Novembro | 0 |
| Dezembro | 0 |
Fonte: ANA/HidroWeb (estação 65310000, série histórica 1930–2023) e estação telemétrica 65310001 (2024 em diante).
Ranking Sazonal
| Mês | Anos em que foi o pico do ano |
|---|
| Mês | Episódios de cheia |
|---|
Mais detalhes sobre as Enchentes Históricas
| Início | Fim | Duração (dias) | Nível de pico (m) | Data do pico | Mês do pico |
|---|
Mais detalhes sobre as Enchentes Históricas (nível ≥ 6,89 m)
Todos os episódios de enchente registrados desde 1930: data de início e fim, duração e o dia em que o rio atingiu o pico.
| Início | Fim | Duração (dias) | Nível de pico (m) | Data do pico | Mês do pico |
|---|---|---|---|---|---|
| 08/07/1983 | 06/08/1983 | 30 | 10,42 m | 18/07/1983 | Julho |
| 30/05/1992 | 17/06/1992 | 19 | 8,90 m | 08/06/1992 | Junho |
| 10/10/2023 | 17/11/2023 | 39 | 8,37 m | 20/10/2023 | Outubro |
| 09/10/1935 | 25/10/1935 | 17 | 8,16 m | 17/10/1935 | Outubro |
| 09/06/2014 | 23/06/2014 | 15 | 8,12 m | 17/06/2014 | Junho |
| 03/08/1957 | 22/08/1957 | 20 | 7,28 m | 20/08/1957 | Agosto |
| 05/10/1993 | 10/10/1993 | 6 | 7,25 m | 06/10/1993 | Outubro |
| 07/10/1998 | 15/10/1998 | 9 | 7,19 m | 12/10/1998 | Outubro |
| 08/05/2010 | 09/05/2010 | 2 | 7,00 m | 08/05/2010 | Maio |
| 17/09/1957 | 25/09/1957 | 9 | 6,95 m | 24/09/1957 | Setembro |
| 13/01/1971 | 13/01/1971 | 1 | 6,89 m | 13/01/1971 | Janeiro |
Critério: nível ≥ 6,89 m (cheia de 10 anos / limite de zoneamento, SEC-CORPRERI). Dias com esse nível a até 15 dias de intervalo foram agrupados no mesmo episódio. Fonte: ANA/HidroWeb (estação 65310000, série histórica 1930–2023) e estação telemétrica 65310001 (2024 em diante).
Dados Visíveis
| Data/hora | Régua | Vazão | Chuva | Acum. |
|---|
Perguntas frequentes
Como foram definidos os níveis de alerta deste site?
A partir do histórico real do Rio Iguaçu em União da Vitória: quase um século de medições diárias da ANA. Quanto mais raro um nível foi ao longo desse histórico, mais alto o degrau de alerta que ele recebe.
Ver metodologia
Os níveis foram definidos por análise estatística da série histórica de medições diárias do Rio Iguaçu em União da Vitória, mantida pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) desde 1930 — mais de 35 mil registros diários de nível de régua, disponíveis publicamente no portal HidroWeb (estação 65310000).
Dessa série foram calculados dois parâmetros fundamentais: a média histórica, de 2,67 m, e o desvio padrão, de 1,08 m — medida estatística que expressa quanto o nível do rio costuma variar em torno da média. Aplicando o modelo da distribuição normal, ferramenta clássica da estatística para descrever fenômenos naturais, cada nível de alerta corresponde a um grau crescente de afastamento do comportamento habitual do rio — e, portanto, a um grau crescente de raridade.
Como rios não seguem perfeitamente a distribuição normal — o Iguaçu possui um piso físico próximo de 1,30 m, mas não possui teto nas enchentes —, cada limiar foi verificado também por contagem direta na série histórica: a frequência real com que aquele nível foi atingido em 96 anos de medições. Os dois métodos convergem, e são as frequências reais que apresentamos a seguir, por serem verificáveis por qualquer pessoa a partir dos dados públicos.
Os dois limiares de estiagem — Atenção (Estiagem), em 1,67 m, e Alerta (Estiagem), em 1,57 m — não seguem esse modelo estatístico: eles vêm do Sistema de Informações Hidrológicas (Hidroinfo Paraná) do Instituto Água e Terra (IAT), que classifica o status de estiagem por estação usando limiares próprios definidos pelo órgão. A estação de referência do IAT para União da Vitória é a mesma estação telemétrica usada neste site (código ANA 65310001).
O que significa cada nível?
Observação — 3,70 m · 15% dos dias da história. Corresponde à média histórica acrescida de um desvio padrão (2,67 + 1,08 = 3,75 m), arredondado para baixo, a 3,70 m, para facilitar a leitura: o rio deixou sua faixa habitual de operação. Não há efeito sobre áreas urbanas; é o ponto em que o acompanhamento diário passa a ser recomendado.
Atenção — 4,20 m · 10% dos dias da história. É também o primeiro nível em que o banco de cotas do projeto identifica um endereço com terreno abaixo da linha d'água.
Alerta — 5,00 m · 5% dos dias da história. Corresponde à média acrescida de dois desvios padrão — na distribuição normal, o limiar clássico de anormalidade estatística. No banco de cotas do projeto, cerca de 50 endereços apresentam terreno abaixo da linha d'água nesta marca.
Emergência — 5,50 m · 2,5% dos dias da história. Neste nível, o banco de cotas registra uma mudança de escala: o número de endereços com terreno abaixo da linha d'água salta para aproximadamente 380 — mais de 1% dos endereços da cidade. O atingimento deixa de ser pontual: em alguns bairros já aparecem vários pontos de alagamento.
Grande enchente — 6,50 m · menos de 1% dos dias da história. Aproximadamente 1 em cada 10 endereços da cidade apresenta terreno abaixo da linha d'água (2,5 mil endereços no banco do projeto) — evento raro, mas com atingimento em larga escala quando ocorre.
Como foram definidos os níveis de alerta desta cidade?
O que significa cada nível?
Por que o alerta pode ser elevado antes de o rio atingir esses níveis?
Porque a série histórica demonstra que o Iguaçu é capaz de subidas abruptas: 1,78 m em 24 horas (1992) e 3,34 m em 48 horas (2014). Por essa razão, o site monitora também a velocidade de elevação. Quando o rio sobe 0,85 m ou mais em 24 horas — taxa superada em apenas 1% de todas as subidas registradas desde 1930 —, o alerta é elevado em um degrau, independentemente do nível absoluto da régua.
E quando o rio está muito baixo?
Níveis inferiores a 1,50 m caracterizam estiagem — condição registrada em apenas 2,5% dos dias desde 1930. Foram 59 episódios de estiagem em 96 anos, concentrados quase sempre entre o outono e o início da primavera. A mais longa ocorreu em 2006, com 122 dias; o mínimo histórico é de 1,30 m, registrado em 2020.
De onde vêm os dados do site?
Nível do rio: da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), autarquia federal responsável pela rede nacional de monitoramento dos rios brasileiros. A estação telemétrica de União da Vitória (código 65310001) mede o nível a cada hora desde 2024 e é ela que permite ao site mostrar o rio "agora"; a estação fluviométrica (código 65310000), com série contínua entre 1930 e 2023 e mais de 35 mil dias de registro, sustenta os níveis de alerta e as estatísticas históricas do site. Ambas ficam publicadas no HidroWeb, o portal público de dados da ANA, e todos os cálculos deste site podem ser reproduzidos a partir dessas bases.
Previsão de 48 horas: é a previsão operacional da Copel, a Companhia Paranaense de Energia, que opera as usinas do Rio Iguaçu e publica a previsão de nível para União da Vitória. Não é cálculo nosso e não é alerta oficial da Defesa Civil: em emergência, prevalece sempre a orientação dos órgãos de proteção e defesa civil.
Chuva prevista para 7 dias: do Open-Meteo, serviço aberto de previsão meteorológica, consultado para as coordenadas da cidade. O valor exibido é a mediana de oito modelos — ECMWF, ECMWF AIFS, ICON, GFS, GEM, JMA, Météo-France e UKMO — para não depender de um modelo só. A chuva já caída, no cartão do topo, vem da estação telemétrica da Copel na UHE Governador Bento Munhoz, em União da Vitória.
Endereços: do Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE), mantido pelo IBGE e atualizado a cada Censo — sempre de forma agregada, sem identificar moradores. São 36.917 endereços de União da Vitória, Porto União, São Mateus do Sul, Fluviópolis e Porto Vitória, e é o que permite buscar rua e número no mapa.
Altitude dos terrenos: duas fontes oficiais, uma de cada lado do rio. No lado paranaense, o mapeamento do relevo publicado no GeoPR, portal do Instituto Água e Terra (IAT), do Governo do Paraná: levantamento aerofotogramétrico a laser de 2012, com curvas de nível de 1 metro. No lado catarinense, o Modelo Digital de Terreno de 1 metro do SIGSC, o sistema de informações geográficas do Governo de Santa Catarina. As duas são combinadas numa grade única de 5 metros, que sustenta o mapa de inundação e o relevo em 3D. A margem de erro pode alcançar dezenas de centímetros, e por isso os resultados são estimativas.
Imagens e mapas de fundo: a vista aérea e o mapa de ruas vêm do Google; o relevo com curvas de nível, do OpenTopoMap; e o mapa 3D usa o World Imagery da Esri, que também entra como reserva automática se a primeira fonte falhar. OpenTopoMap e a reserva do mapa de ruas são construídos sobre dados do OpenStreetMap, feito por voluntários. Os mapas são desenhados com as bibliotecas abertas Leaflet e MapLibre. Essas imagens são só o fundo: a mancha de inundação é calculada aqui, sobre o modelo de terreno.
Nível do rio: da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), autarquia federal responsável pela rede nacional de monitoramento dos rios brasileiros. A estação telemétrica mede o nível a cada hora e é ela que alimenta esta página. Os dados ficam publicados no HidroWeb, o portal público da ANA, e podem ser conferidos lá.
Chuva prevista: do Open-Meteo, mediana de oito modelos, para as coordenadas desta cidade.
O que esta cidade não tem: não há aqui levantamento de altitude do terreno, e por isso o site não exibe o mapa de inundação nem níveis de alerta para ela. Também não há previsão de nível — a previsão oficial disponível cobre apenas União da Vitória.
O que esta cidade não tem: não há aqui levantamento de altitude do terreno, e por isso o site não exibe o mapa de inundação. Também não há previsão de nível — a previsão oficial disponível cobre apenas União da Vitória.
O que é o "nível de régua"? É a profundidade do rio?
Não é profundidade. A régua é uma escala fixada na margem, e o "zero" dela não é o fundo do rio: é um ponto de referência fixo, escolhido abaixo do nível das águas mais baixas. O que o site mostra — "rio a 4,00 m" — é a altura da água acima desse zero.
O zero da régua de União da Vitória está na cota altimétrica de 739,61 m (altitude em relação à referência oficial de nível do mar usada no Brasil). Isso permite a conversão que sustenta todo o estudo: rio a 4,00 m de régua significa água na altitude de 743,61 m. Como a altitude dos terrenos da cidade é medida na mesma referência, dá para comparar diretamente o nível do rio com a altura de cada ponto da cidade — é assim que nascem as cotas do mapa de inundação exibido no site.
Esses números são exatos?
Os níveis do rio provêm das medições oficiais da ANA e são os dados oficiais, porém como toda medição, estão sujeitos a eventuais falhas de sensor ou de transmissão, que o site procura identificar e sinalizar. As cotas de terreno são estimativas: derivam dos levantamentos do GeoPR/IAT no lado paranaense e do SIGSC no lado catarinense. Os dados são aproximados e o que o mapa mostra deve, portanto, ser lido como ordem de grandeza — não como afirmação sobre qualquer imóvel específico. Estes níveis constituem referência de planejamento, não garantia. Em situação de cheia, prevalecem as orientações dos órgãos oficiais de proteção e defesa civil.
Os níveis do rio provêm das medições oficiais da ANA. Para esta cidade o site não publica cotas de terreno, cotas por bairro nem níveis de alerta, porque não há levantamento cartográfico disponível — apenas o nível medido, a chuva prevista e, quando existe série longa, as maiores enchentes já registradas na própria estação. Em situação de cheia, prevalecem as orientações dos órgãos oficiais de proteção e defesa civil.
Os níveis do rio provêm das medições oficiais da ANA e são os dados oficiais, porém como toda medição, estão sujeitos a eventuais falhas de sensor ou de transmissão. Os níveis de alerta desta cidade são os definidos pela Defesa Civil do município; para esta cidade o site não publica cotas de terreno nem mapa de inundação. Em situação de cheia, prevalecem as orientações dos órgãos oficiais de proteção e defesa civil.
⚠️ Enchente é risco à vida. Leia com atenção.
Este site mostra dados de referência sobre o nível do Rio Iguaçu e pode conter erros, atrasos ou falhas técnicas. Ele não é um sistema oficial de alerta e não substitui, em nenhuma hipótese, os avisos da Defesa Civil.
Em situação de enchente, siga sempre as orientações oficiais da Defesa Civil do seu município, mesmo que os dados aqui mostrem um cenário diferente. Se houver ordem de evacuação, evacue. Não atravesse ruas, pontes ou áreas alagadas a pé ou de veículo — a força da água pode arrastar pessoas e carros mesmo em níveis que parecem baixos.
Tenha sempre um plano de emergência: documentos, remédios e itens essenciais separados, e um local seguro combinado com a família.
Use este site como apoio à informação, nunca como única fonte para decidir sobre sua segurança.
- Defesa Civil (emergências, em todo o Brasil): 199
- Defesa Civil de União da Vitória (plantão): (42) 92002-6142
- Defesa Civil de Porto União (plantão): (42) 98878-3003
- Corpo de Bombeiros: 193
- Polícia Militar: 190
